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31 de Outubro. Sabe como surgiu o Dia das sogras? Ops, das BRUXAS? :)

Dia das Bruxas

Saiba que o dia das Bruxas é o Halloween não era um hábito brasileiro até pouco tempo atrás. Contudo, nos últimos 20 anos, principalmente, virou febre. Nos cursos de idiomas, especialmente os de língua inglesa, já é um evento praticamente obrigatório. Em escolas mais abertas a culturas estrangeiras, pelo menos na aula de inglês as crianças e adolescentes costumam realizar atividades cujo tema é o Dia das Bruxas.

Mas como tudo isso começou? Por que temos um dia no ano para celebrar e até mesmo nos vestirmos como figuras fantasmagóricas? Confira a seguir essas e outras questões sobre o Halloween.

 

Como e onde surgiu?

Pode parecer estranho, mas o Halloween teria surgido para espantar fantasmas. É que no século 5 a.C., os povos celtas acreditavam que o espírito das pessoas que haviam morrido durante o ano voltavam na noite de 31 de outubro, que marcava a passagem para o Ano-Novo, a fim de “possuir” os vivos e ficar pela Terra durante o ano que se iniciava.

Para escapar da maldição, nessa noite, que também celebrava o festival de Samhaim (para agradecer as boas colheitas), os celtas apagavam o fogo em suas casas com o objetivo de deixá-las frias e indesejáveis. Não bastasse o clima hostil, ainda se vestiam com roupas esfarrapadas e desfilavam pelas ruas escuras dos vilarejos, fazendo um barulho infernal. Assim, eles acreditavam que assustariam os espíritos e garantiriam mais um ano como donos do próprio corpo.

Os romanos chegaram a adotar as práticas, mas abandonaram já no século 1 d.C..

 Foto: Getty Images

As bruxas

Na noite em que se temiam os mortos, foram as bruxas que fizeram a fama. Pelo menos no Brasil, o Halloween se popularizou como o dia delas. É que no dia 31 de outubro, assim como no 30 de abril, elas costumavam se reunir para uma festa comandada por ninguém menos do que o Diabo.

Reza a lenda que as bruxas chegavam voando em suas vassouras e disparavam feitiços contra quem quer que fosse, causando muita confusão. Quando começou a colonização nos Estados Unidos, a crença foi difundida por lá, misturando-se com o passar do tempo às histórias de feitiçaria contadas por índios e africanos.

Aliás, dizem que se você quiser encontrar uma bruxa, basta vestir roupas viradas do avesso e andar de costas na noite de Halloween. À meia-noite você verá uma. É o que dizem, é o que dizem…

 Foto: Getty Images

Como foi para os EUA?

Quando os irlandeses começaram a imigrar para os Estados Unidos, no século 19, levaram também alguns costumes. Entre eles, a tradição do Halloween que, com o passar do tempo, tornou-se uma grande festa infantil.

Hoje, o Dia das Bruxas é feriado nos EUA, e o comércio costuma registrar um enorme volume de vendas, principalmente de guloseimas, fantasias e acessórios.

Foto: Getty Images

Gostosuras ou travessuras?

A principal brincadeira do Dia das Bruxas é, depois de devidamente fantasiado, passar de casa em casa batendo nas portas e gritando: “doces ou travessuras?”. Se a pessoa que atender der gostosuras, se livra de ter que pagar uma prenda.

A brincadeira, chamada “souling” (que vem da palavra “soul”, alma em inglês), começou na Europa no século 9. No dia 2 de novembro, Dia de Todas as Almas para os cristãos, o fiéis iam de vila em vila pedindo “soul cakes” (bolos de alma), que eram feitos de pequenos quadrados de pão com groselha. Para cada bolo que ganhasse, a pessoa deveria fazer uma oração por um parente morto do doador para que a alma dessa pessoa não ficasse no limbo e fosse logo para o céu.

Foto: Getty Images

Jack da Lanterna

A tradicional abóbora com uma vela dentro tem origem no folclore da Irlanda. Contam que Jack, um alcoólatra incorrigível, recebeu certa noite a visita do Diabo, que anunciou ter ido buscar sua alma, mas aceita lhe conceder um pedido final. Jack pede um último trago, mas, já sem dinheiro, consegue convencer o Diabo a usar seus poderes para se transformar em uma moeda para pagar a bebida.

Assim que vê a moeda, Jack a coloca na carteira, que tem um fecho em forma de cruz. Preso, o Diabo implora para sair e Jack impõe uma condição: quer continuar vivo por mais um ano. O acordo é fechado e, um ano depois, quando o Diabo reaparece, Jack já tem um novo golpe. Ele convida o algoz a comer uma maçã antes de partirem e, quando o Diabo sobe em uma macieira, Jack desenha uma cruz no tronco da árvore e só borra o desenho quando o demônio aceita não procurá-lo mais.

Mas a sorte se vira contra o irlandês e ele morre naturalmente apenas um ano depois. Por suas maldades em vida, não o deixam entrar no céu. Por seus truques, o Diabo o barra na porta do inferno, mas se compadece da alma perdida e lhe entrega uma brasa para iluminar o caminho. Jack a coloca dentro de um nabo, para que queime por mais tempo, e começa a vagar pelo mundo sem destino. Quando os imigrantes irlandeses chegaram aos Estados Unidos, onde as abóboras são mais comuns que os nabos, a alma penada de Jack passou a vagar com a abóbora, buscando abrigo na noite de Halloween.

Foto: Getty Images

A festa pelo mundo

Na Irlanda, onde o Halloween teve origem, os moradores seguem as tradições dos tempos dos Celtas e acendem fogueiras em áreas rurais, enquanto as crianças se fantasiam e batem de porta em porta aos pedidos de “doces ou travessuras”, um jogo disseminado também nos Estados Unidos.

No Brasil, a festa começou a se popularizar recentemente. A porta de entrada no País foram as escolas de idiomas, que importaram as lendas, as brincadeiras e as fantasias. A festa foi bem aceita e já é fácil encontrar roupas e decoração típicas para o mês de outubro.

A proximidade com o início de novembro, quando diversos países homenageiam os mortos, faz com que em muitos lugares o Halloween se misture a outras tradições. Na Espanha e em muitos países latinos, o Dia de Todos os Santos é celebrado no dia 1º de novembro e o Dia de Finados no dia seguinte. Em países como México e Peru, a data é festiva e celebrada com trajes e rituais locais.

Foto: Getty Images


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Aprenda a fazer “Bolo no Pote” com nozes e doce de leite, com Claudia Amado

De acordo com a Claudia Amado, da “SWEET AMADO”, o bolo no pote pode ser feito de diversos sabores, com sobras de bolo esculpido ou até com aquele cupcake que ficou um pouco feio pra servir. Abaixo, ela ensina a fazer a receita do bolo de nozes com doce de leite, que pode ser assado em forminhas de cupcake ou em forma de bolo comum. Tome nota:

Bolo no potinho - SWEET AMADO 1

Bolo no pote – SWEET AMADO

 

Como fazer a massa do bolo:
Ingredientes:
1 xícara de farinha de trigo
1/2 xícara de açúcar
1/2 xícara de nozes moídas
1 colher (chá) de fermento em pó
1 ovo
100 ml de óleo de canola ou girassol
100 ml de leite

Modo de preparo:
Misture os secos em uma vasilha e os líquidos em outra, batendo com um batedor de arame ou fouet. Junte as duas partes e misture bem. Asse em forminhas de cupcake ou de bolo comum em forno preaquecido a 180ºC.

Como fazer o doce de leite em panela de pressão (recheio):
Deixe 1 lata de leite condensado cozinhar, por 40 minutos, na panela de pressão. Abra a lata somente depois que ela estiver completamente fria.

Montagem do doce no potinho:
Você pode comprar o pote de vidro no próprio site da “SWEET AMADO”, onde têm potes especifico para esse tipo de mimo, após comprar, esterilize o pote, escaldando-o em água fervente, deixando secar de boca pra baixo. Quando o bolo estiver completamente frio, esmigalhe com as mãos ou com um garfo. Com ajuda de uma colher, intercale camadas de bolo e recheio dentro do pote até encher: cerca de 2 camadas de bolo e 3 de recheio. Lembrando que você pode usar qualquer doce como recheio, na imagem acima, Claudia Amado utilizou também chocolates Sonho de Valsa, mas poderia ser bolachas Negresco, Paçoca, M&M´s….  Depois de todos os processos, feche bem.

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O Bolo no pote da Sweet Amado, está na moda!

Mimo da Sweet Amado, Bolo no pote

Mimo da Sweet Amado, Bolo no pote

Tudo o que há em novidades para festas são soluções práticas e que deem menos trabalho na hora de montar a brincadeira. A última moda das comemorações é servir bolo no pote! Diz Claudia Cruz Amado da SWEET AMADO que a ideia surgiu na hora de levar o bolo para casa – não é todo mundo que come o bolo servido na hora, depois de já ter comido tantas delícias, e a maioria prefere levar o seu pedaço para comer depois em casa. Em vez de fazer aquela meleca de pratinhos e guardanapos (que grudam no glacê do bolo e fazem a maior sujeira), por que não já servir o bolo de uma forma que fique fácil transportá-lo depois?

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Além disso, o bolo montado dentro do pote de vidro fica lindo (pois dá para ver as camadas de bolo, recheio e cobertura), pode ser enfeitado com as cores da festa e é uma ótima lembrancinha, ao melhor estilo “dois coelhos”! Você pode servi-lo como a grande atração da festa (na hora de “cortar o bolo”) e também distribuir como lembrancinhas. Quanto mais bonito o pote e a decoração (da tampa, por exemplo), mais esteticamente agradável fica a exposição do bolo, e você pode usá-los até para enfeitar as mesas.

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Outra vantagem é para quem não leva jeito para decoração de bolos: montá-lo no pote é mais fácil impossível, e não precisa ficar certinho, pelo contrário. O importante é apenas deixar aparente o recheio entre as camadas de bolo (e pode usar bastante recheio)! Depois de prontos, você pode guardá-los na geladeira empilhados para não ocupar muito espaço. Os potes de vidro podem ser comprados em atacados por um preço mais em conta ou na própria página da SWEET AMADO, que vende a um preço baixo para todos o Brasil e segundo Jefferson Amado, já vendeu esses potes até para um parte Europa, mas diz também que você só precisa esterilizar cada um antes de usá-los. Os enfeites podem incluir adesivos, laços, tags, e você pode até amarrar a colherzinha junto! Então, que tal apostar nessa ideia?

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 Beleza de Mãe / Sweet Amado / www.BrigadeironaBisnaga.com.br
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